APyB realizará um Python Coding Dojo na Latinoware
O Coding Dojo é inspirado na prática de artes marciais e tem como principal objetivo estimular programadores a treinar fora do ambiente de produção. No Coding Dojo "tradicional" (que tem suas origens na França) existem dois formatos de funcionamento. No primeiro, denominado Kata, uma pessoa resolve um problema na frente de todos os participantes, com a ajuda de um computador e um projetor. À medida em que resolve o problema, a pessoa explica os passos que vai dando. A platéia pode interagir durante todo o processo.
A outra modalidade de Dojo é o Randori, em que os participantes vão se revezando na função de "piloto". Esse revezamento ocorre geralmente em intervalos de 7 minutos. Todos os problemas são resolvidos utilizando TDD (Test-driven development ou desenvolvimento dirigo por testes). No caso específico do Randori, também é utilizada a programação em pares (pair programming). Nesse caso, uma pessoa é o piloto e a outra o co-piloto, e depois de 7 minutos o co-piloto vira piloto, o piloto volta para a platéia e alguém da platéia se torna o novo co-piloto. Outra prática ágil freqüentemente adotada nos dojos são os baby steps, que consistem na implementação em passos bem curtos da resolução do problema.
O evento organizado pela APyB na Latinoware será um Dojo Randori tradicional, coordenado pelo Fabricio de Sousa Nascimento, membro do grupo Coding Dojo@São Paulo, que se reúne toda segunda-feira para praticar a atividade. Para mais informações, acesse o site http://codingdojo.org/.
As inscrições estão abertas no site da Latinoware. Os pré-requisitos incluem, preferencialmente, conhecimento em desenvolvimento orientado a testes e em Python e conhecer as bibliotecas de testes unitários para Python. O programa utilizado no evento será o pydojo.

